terça-feira, 16 de setembro de 2008
Parte 4 - As mudanças num mundo globalizado:
O século XX terminou ostentando um notável avanço tecnológico, principalmente com a automação, a cibernética, a informática e a robótica. Mas, terminou também com avanços irreparáveis na miséria, na fome, com total exclusão social, característica mais marcante da globalização que varre o mundo de forma geral. Dos atuais 6 bilhões de pessoas que existem no mundo, um bilhão e meio delas vivem em condições precárias.
Parte 5 - O díficil acesso a terra e a ínfima produção agrícola.
País com dimensões continentais, o Brasil – o 5° maior país do mundo, em termos de terras -, não é capaz de promover amplo programa de colonização e acesso a terra. Nossa estrutura agrária é constituída por “muita gente sem terra, e muita terra sem gente”. Esse é o quadro que devemos refutar. Pela mudança desse sistema é onde devemos nos posicionar de forma contrária e radical, se quisermos, realmente, fazer desse País uma Nação justa e solidária. Chega a ser inadmissível aceitarmos que em terras brasileiras somente possam ser colhidas 80 milhões de toneladas de grãos/ano. Ao passo que a nossa vizinha Argentina, que é menor em tamanho do que o Estado de São Paulo, colha algo próximo a 90 milhões de toneladas.
A reforma agrária é um imperativo social. Ao fazê-la o país estará, ao mesmo tempo, criando emprego, aumentando a safra agrícola para poder alimentar uma maior parte de sua gente e fixando o homem ao campo, evitando, pois, o inchaço das grandes cidades que, caóticas não mais conseguem abrigar o excesso populacional. É pelo acesso à terra, pela democratização do espaço agrário e pela expansão da produção agrícola que faremos valer a força que prediz que o mercado interno deva ser enaltecido. O Brasil ainda não percebeu que tem esse potencial. Ainda não se deu conta de que possuir um mercado interno forte e dinâmico poderá colocá-lo em posição privilegiada. O mundo exterior já descobriu isso e luta, a ferro e fogo, para conquistar nosso espaço. Vejam os interesses de europeus e americanos, por exemplo, na questão da Amazônia.
A reforma agrária é um imperativo social. Ao fazê-la o país estará, ao mesmo tempo, criando emprego, aumentando a safra agrícola para poder alimentar uma maior parte de sua gente e fixando o homem ao campo, evitando, pois, o inchaço das grandes cidades que, caóticas não mais conseguem abrigar o excesso populacional. É pelo acesso à terra, pela democratização do espaço agrário e pela expansão da produção agrícola que faremos valer a força que prediz que o mercado interno deva ser enaltecido. O Brasil ainda não percebeu que tem esse potencial. Ainda não se deu conta de que possuir um mercado interno forte e dinâmico poderá colocá-lo em posição privilegiada. O mundo exterior já descobriu isso e luta, a ferro e fogo, para conquistar nosso espaço. Vejam os interesses de europeus e americanos, por exemplo, na questão da Amazônia.
Conclusão.
Existem vários significados para a globalização que varia de acordo com os interesses e linhas de pensamento. Sendo que se resume ao envolvimento de varias economias no mercado internacional, que gera um crescimento de intensas relações comerciais, turismo internacional e investimentos multinacionais no meio de comunicação e transporte. A Globalização, de certa forma tem promovido a diminuição do mundo ocasionado pela modernização dos transportes que são cada vez mais modernos e rápidos, as mercadorias, independente da origem, podem ser encontradas em qualquer lugar do Globo e a modernização dos meios de comunicação que atuam em nível global através de aparelhos como telefone celular, fax, televisores a cabo e internet, fazem com que as pessoas mantenham contato em tempo real.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
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